10/29/2006

11ª parte

vasos, cimento, um pouco de areia que sobrou, comprei um saco de argila expandida, uma alternativa para a brita visando deixar o vaso mais leve. vamos ver se vai ficar bom e sustentar a árvore de madeira...


uma placa de isopor com espessura semelhante da placa de madeira como molde. as vantagens de ter um pai engenheiro!


algumas garrafas pet e tranqueiras para fazer volume


argila expandida, areia e cimento


as pedras de argila


consideravelmente mais leves


e lá vamos nós...


3 bacias cheias!


aproximadamente 35 cm de altura, e muito pesado

aproveitando o tempo, finalizei a parte de trás das árvores, com um breve texto explicativo do projeto impresso em faixas de papel reciclato 75 gr, mesmo papel da arte na frente.


primeiro um layout em papel sulfite


medindo a largura das faixas


papelada impressa e pronta para o refile


pronto para colar!


sujeirada denovo...


secando


tirando o excesso


pronto! devidamente autorizadas!

falta pouco falta pouco...

10/26/2006

10ª parte

dia de sol, hora de silkar e carimbar a parte de trás das árvores de madeira. uma hora de trabalho e um pouco de sujeira, tudo feito!


calor!


back to work


preparando a árvore


logos silkados...


...e endereço carimbado!


detalhe


detalhe

ontem fui comprar os vasos grandes para servir de suporte para as árvores. como havia um ferro-velho no caminho da floricultura onde comprei os vasos pequenos, passamos por lá pra ver se encontrávamos uma solução mais barata, já que este projeto não está sendo dos mais econômicos. entramos, um lugar imenso e imundo, desde fornos microondas até bebedouros enferrujados, encontrei diversos latões de óleo antigos que serviriam bem como base, desde que fossem cortados em 1/3 de sua altura original. o dono do local ofereceu cortar 5 latões com o maçarico, mas já imaginava que pretendia cobrar caro e se aproveitar da situação! enfim, desisti de levar os latões pelo preço oferecido, cobrou caro por um latão enferrujado e cortado no maçarico, passei na floricultura e encontrei vasos imensos pela metade do preço (e com direito a um descontinho da chinesa!).

o problema vai ser colocar cimento nisso, ver o peso e se vai sustentar a árvore...
(porque não fiquei só com os vasinhos?)


vasos grandes

10/25/2006

as árvores...

o jardineiro é jesus...
e as árveres somos nozes.

10/21/2006

9ª parte

finalmente! consegui emprestado o carro do meu tio para poder buscar as árvores na oficina da faculdade, um trabalho enorme carregar tudo + umas placas que sobraram, mas pelo menos está tudo em casa! ficam meus agradecimentos pro meu tio mamoru que emprestou o carro, meu pai que voltou de viagem as 4:30 da manhã e me ajudou a carregar tudo e ao hassan que estava lá na oficina agilizando o seu stand e me ajudou a carregar umas placas!


despedindo da oficina!


olha o peso...


amarrado


vamo que vamo!

enquanto isso, encontrei uma prancha rígida de horlle 12 mm de um projeto do segundo semestre (desenho de troféu para campeonato amazonense de go, alguém lembra? haha), cobri com alguns pedaços de durex o nome do projeto na tela de silk e estampei diversas vezes apenas o logo. recortei, uma fita dupla face atrás e está aí uma prévia do projeto nas ruas!


silkado (e borrado)


recortadas


detalhe


por aí...


por aí...


cultiv skate! breve nas lojas!


foto que meu pai tirou na bahia...

quem quiser algumas das plaquinhas pra colar por aí é só falar, tenho umas 350 delas aqui!

10/20/2006

vândalo!

acho que vou ser incriminado por algo que não fiz... enfim! carimbo nas mãos dos outros é ARMA! haha

e o horário está adiantado em uma hora, como aconteceu na maioria dos computadores por causa do falso horário de verão.

10/17/2006

pesquisa

pois é, preciso começar a determinar onde colocar as peças. vai ser complicado, principalmente questão de horário, transporte e tal.

uma ajuda do google earth, fazia um tempo que não brincava nele hehe (eu e minha família!)


demorei um tempo pra encontrar minha casa viu...

10/16/2006

chuva

esse tempo louco de são paulo não está colaborando.

tenho novas idéias, espero que sobre tempo e verba para tudo!

10/13/2006

8ª parte

carimbo e tinta em mãos, feriado de dia das crianças nublado e duas horas de sono de quarta para quinta, dia de finalizar os vasos pequenos.

primeira etapa do processo foi carimbar o endereço do blog atrás de todas as pranchas de madeira, me ocupou apenas alguns minutos.


material pronto


atenção...


rá!


ok!

processo de pintura do concreto dentro dos vasos, para simular terra ao invés de permanecer aquele branco prendendo as pranchas.


tinta, pincél, um balde velho, um pedaço de madeira, papelão, uma lona gigantesca e um misturador de tintura de cabelo (?)


primeiro, misturar a tinta e deixá-la homogênea


ok


lona extendida no chão para proteger contra respingos, tinta no balde com um pouco de água e pronto para a pintura


mais uma utilidade para um medidor de sal: duas medidas cheias de tinta...


despejando no vaso... (não é fondue)


e algumas pinceladas para espalhar a tinta!


agora é secar... a tinta fresca deixava um tom avermelhado no marrom, mas após secar ela escurecia


atrás...


frente...

um detalhe que se passava meio despercebido eram os objetos colados na frente, roscas, porcas e grampos. foi aplicado um pouco de tinta por cima de cada um deles com o misturador de tintura para cabelo, deixando propositalmente escorrer um pouco da tinta e valorizar as peças coladas. também foi aplicado um pouco de tinta nos vasos, somente na frente de cada arte.


emprestado da mãe...


aplicando


e escorrendo!


cada vaso de um jeito diferente


opa! uma curiosa!


happy posando para a foto!


todos os vasos com tinta aplicada e secando


aplicação nos vasos duplos

primeiramente estranhei a aplicação da tinta, já que estava habituado com o concreto faz algum tempo, mas acredito que isto deu uma gestualidade maior aos vasos, além de valorizar as peças coladas que pouco se percebe a uma certa distância.

e me parece que os vasos ficaram mais melancólicos com a tinta escorrida, bem como o propósito do projeto em elevar um senso crítico de preservação ambiental em cada um que o vê. emo é a mãe!

agora estão todos secando, e logo mais prontos para a ação!
o projeto:

despercepções faz parte do projeto de graduação interdisciplinar do curso de design gráfico no centro universitário belas artes de são paulo. a proposta de intervenção urbana visa um diálogo entre o tema e a proposta gráfica, onde o espaço urbano é o melhor suporte para a aplicação de um projeto de street art no campo de instalações urbanas.

o nome:

o nome despercepções faz uma alusão ao fato das pessoas pouco notarem a vegetação urbana ao seu redor, onde mesmo a preocupação do governo (?) em preservar o meio ambiente não é suficiente para que o cidadão perceba a sua presença e os benefícios que pode proporcionar.

os conceitos:

efêmero, interferente, subversivo, inusitado e invasivo. conceitos ligados aos projetos da street art por natureza, buscando intervir o meio urbano através da expressão artística das ruas, havendo uma relação direta entre ambos onde a arte urbana utiliza a cidade como suporte.

o autor:

linus oura tem 21 anos e atua como designer gráfico. reside na cidade de são paulo e simpatiza com o caos do ambiente urbano que o cerca, servindo de inspiração para seus projetos e viagens.
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